Arquivo mensal: abril 2014

De Confissões de Adolescente a Malhação…

A novela adolescente Malhação é um dos produtos mais antigos da Rede Globo, sua estréia foi há quase 20 anos, em 1995. Devido a minha idade avançada, eu fiz parte da galera que acompanhou o nascimento da atração achando muito legal um programa feito para adolescentes parecido como os enlatados americanos que a gente já estava acostumado a ver.

No início, Malhação se passava em uma  academia de ginástica ( daí o nome!!!) e contava com um elenco formado por jovens e promissores atores juntamente com atores já consagrados. Aos poucos, a novelinha foi se transformando e a Malhação ficou só no nome, dando lugar a um colégio chamado Múltipla Escolha e aos poucos, atuar na novelinha passou a ser sinônimo de carinhas bonitas e pouco talento ou atores veteranos fracassados ou que estavam na geladeira global.

Tive a oportunidade de assistir a alguns capítulos da atual temporada e confesso que fiquei me perguntando onde esse povo louco encontra idéias tão idiotas para o roteiro? Obviamente, ou  não são adolescentes, ou não convivem com adolescentes ou deixaram de ser adolescentes há tanto tempo que perderam o jeito.

Sou da época de outra série Teen que fez bastante sucesso, Confissões de Adolescente, que passava na Cultura e era baseada na peça da Maria Mariana (adoro o nome dela). O legal da coisa era se identificar com os “dramas” vividos pelas protagonistas, em especial a Carol, vivida por uma Débora Secco bem novinha!

Colégio, primeira menstruação, primeiro beijo, primeira paixão, virgindade, gravidez na adolescência, essas coisas que todo adolescente pensa eram os temas do programa da Cultura. Os meninos e meninas de Malhação não estudam ( apesar de frequentarem um colégio), não pensam no vestibular, ficam noivos ( com dezesseis anos!), casam, são psicopatas, correm atrás de psicopatas,explodem coisas, lugares e se bobear pessoas.

Talvez o roteirista acredite que os adolescentes de hoje não ligam para esta história de primeiro beijo e prefiram mais uma curtida no Facebook ou um Selfie bem feito. Eu sinceramente também   não sei o que se passa na cabeça dessa geração  até mesmo porque minha adolescência se foi há um bocado de tempo. Mas posso dizer sem medo de errar que Malhação não me representaria caso ainda fosse adolescente.

Mas ao mesmo tempo consigo entender o desespero dos roteiristas em  ter que fazer um produto para uma geração que vive correndo e rápido demais! Fico imaginando as crianças de hoje  que  nem bem nascem e já tem seus rostos expostos na Linha do Tempo do Facebook  dos pais.

Sinceramente eu não sei se essa geração cresceu rápido demais ou se sou eu que estou ficando velha mesmo.

file2841342633872 1371493818mqv11 download download (1)

Anúncios

Aos meus sapatos!

 

Nunca pensei que fosse fazer isto, mas hoje eu quero fazer uma homenagem aos meus sapatos. Estava escrevendo um post quando me dei conta da importância deste par de sapatos para mim por  dois motivos: eles estiveram presentes em dois momentos marcantes da minha vida, minha formatura em 2011 e meu casamento em 2013 e foram presente da pessoa mais especial na minha vida, a minha mãe!

Tanto em 2011, quanto em 2013, eles estavam lá, segurando as pontas, ou melhor, os pés sendo testemunhas não oculares ( sapatos não tem olhos) mas de qualquer forma estavam ali, fazendo parte  de dois momentos mais felizes e mais tensos da minha vida!

Lembro de ter visto o par de sapatos na vitrine de uma loja perto da minha casa e de ter me encantado por eles. Lindo, todo de renda e com um super salto. O mais misterioso é que eu quase nunca uso salto, pois meu negócio mesmo é sapatilha e rasteirinha mas aquele par de sapatos me encantou! E assim no dia da minha formatura, minha mãe mais que fofa me aparece com eles de presente.

E lá vou eu para a universidade,toda trabalhada na elegância, morrendo de medo de cair naquela maldita rampa “derruba formando” que os que frequentaram a PUC São Gabriel sabem bem. Mas no final deu tudo certo e mesmo escondidos embaixo da beca, os sapatos rendados estavam ali testemunhando a garota tímida virar jornalista!

Quando fui casar, pesquisei vários sapatos para comprar, afinal está na moda dar ênfase a eles nas fotos. Mas no final, na correria e principalmente na falta de grana eu pensei: Porque não usar os meus lindos sapatos rendados? E foi o que fiz!

Mais uma vez o medo de cair, de pagar mico, dadas as  minhas conhecidas lerdeza e “desastrice” me acompanhou. Mas contrariando minhas previsões mais pessimistas, eu consegui, Venci! Entrei poderosa e sorridente na igreja, morrendo de dor , já que meus amados sapatos me esmagam os pés cada vez que uso. Mas nada disso me importava! Eu estava feliz!

Meus sapatos rendados escaparam inclusive de serem jogados fora quando por um pequeno descuido na minha mudança para a casa nova minha querida mamãe jogou todos meus sapatos fora pensando que era uma sacola de lixo!!!!!! Trauma este que cinco meses depois eu ainda não me recuperei totalmente. Vi então que era destino mesmo, afinal, eu havia deixado o par separado dos demais para levar na última prova do vestido de noiva! Tinha que ser eles mesmo!

E por serem tão especiais, meus sapatos merecem estar aqui. Abaixo a linda foto tirada por Marcelo Mascarenhas em que eles são protagonistas!

Sejamos positivos. Ou pelo menos vamos tentar.

Definitivamente uma qualidade que eu admiro nas pessoas é o dom de serem positivas. E esta característica por mais que eu almeje muito conquistar, tenho aprendido a duras penas que é muito difícil, ás vezes penso que impossível. Desde criança, eu sempre pensava que o pior poderia acontecer comigo ou com alguma pessoa da família ou amigo. Se alguém saía e demorava a chegar, pronto, eu já imaginava as piores coisas, tipo, que a pessoa havia morrido por exemplo. Acho que esta ansiedade eu herdei da minha mãe que ficava conferindo a cada segundo se meus irmãos ou meu pai haviam chegado quando demoravam um pouquinho para chegar em casa.

No dia da minha formatura minha maior preocupação era subir a rampa do teatro da PUC sem cair e claro que este vexame me veio a cabeça inúmeras vezes.  No dia do meu casamento então, ao acordar e ouvir o barulho da chuva você pode imaginar as terríveis tragédias que passaram em minha cabeça.

Na faculdade de Jornalismo tive a oportunidade de conviver com pessoas muito positivas que mesmo diante das maiores dificuldades tinham uma fé tão grande que se não me faziam acreditar  pelo menos me faziam refletir.

Ser positivo pode não determinar o rumo da sua vida, mas ajuda, isso eu posso garantir. E conviver com pessoas positivas é muito importante para nós negativos crônicos nos curarmos da  nossa  síndrome.

Hoje eu posso dizer  já melhorei bastante. Não  que eu  acordo com a certeza de que o mundo é cor de rosa ( aliás, eu odeio rosa), mas pelo menos ainda acredito que meus sonhos, mesmo os mais secretos, mesmo aqueles que eu tenho vergonha de confessar em voz alta até para mim mesma vão se realizar um dia.

Então, é isso…  Boas vibrações! Estamos tentando….

 

Ps: Não tropecei na rampa do teatro da PUC e na hora do meu casamento não caiu uma gota d’água do céus, fez um hiper mega calor… file9461329485464

Namorada de Aluguel. Clássico dos anos oitenta…

Esta semana  a Sessão da Tarde exibiu outro filme clássico dos anos oitenta, Namorada de Aluguel, lançado em 1987. Perdi a conta de quantas vezes já vi esse filme, mas mesmo assim ele continua na minha lista de preferidos. E ao revê-lo mais uma vez o que me chamou atenção foi a estética dos anos 80! Fiquei olhando as roupas e acessórios e pensando: ” Meu Deus, como alguém pôde usar um coisa dessas?”.

O hoje galã Patrick Dempsey naquela época era bem feinho, magrelo e estava com 22 anos quando protagonizou o filme na pele do apaixonado Ronald Miller. Amanda Perterson era um bebê quando fez o papel da patricinha mais desejada do colégio, tinha apenas 16 anos. 

Os dois formaram um dos casais mais fofinhos do cinema feito para adolescentes na década de oitenta e assim são lembrados com muito amor até hoje quase três décadas depois.

Daqui há três anos quando o filme Namorada de Aluguel balzaquiar espero estar aqui para fazer uma super homenagem!

filme images (1) images (2) images (4) images (6) images (7) images

 

Filmes raros para assistir de graça

 

Uma super dica para os amantes de filmes antigos é acessar o site Cinema Libre. Lá você vai encontrar filmes clássicos das décadas de 10,20,30,40, 50 de diretores consagrados como Alfred Hitchcock, george Meliés, Humberto Mauro, D.W Griffith, Jean Renoar,Luis Bunnel, Jean Renoir entre outros. Os filmes estão disponíveis para assistir no computador, não dá para fazer download ( pelo menos eu acho que não) , mas já vale super a pena. Um prato cheio com sobremesa e tudo.

O link do site é este:

http://www.cinemalibre.com.br/

?????????????? GGG

AI- Inteligência Artificial

O amor pode ser comprado? Um filho pode ser substituído por um robô? As máquinas podem  um dia ter sentimentos tanto quanto os seres humanos? Seremos  substituídos por robôs? Estas são algumas questões que o filme AI- Inteligência Artificial me fazem pensar.

Um jovem casal tem sua vida  modificada bruscamente após o único filho se encontrar em estado vegetativo. Pensando em amenizar o sofrimento da esposa, o marido então compra um menino robô para “substituir” o filho doente. Tudo isto acontece em um futuro idealizado  por Stanley Kubrick e materializado por Steven Spilberg.

Em um primeiro momento a ideia de ter um filho robô não agrada em nada a Sr.  Swinton, que inclusive morre de medo do presente do marido se recusando ativá-lo. O robô em questão é Haley Joel Osment, que aos 13 anos ( embora parecesse muito menos) impressiona com sua atuação impecável. 

Mas Monica Swinton acaba seduzida pela ideia de voltar a ser mãe, de poder cuidar de uma criança ainda que seja um robô ou talvez até nem seja isso, talvez a motivação seja apenas curiosidade. Ela então faz aquilo que fez com seu filho biológico, dá a vida a David acionando seus comandos. 

A ideia de ter um filho perfeito é tão sedutora, uma criança sempre obediente, que não adoece, que não chora, que viverá eternamente que ela desenvolve um carinho maternal por David.

Tudo parece estar perfeito até o momento em que o filho verdadeiro volta. O garoto sai do estado vegetativo e retorna ao lar. Mesmo imperfeito, mesmo com as sequelas da doença, é este o filho que os  Swinton querem. 

E agora? O que fazer com David, o menino robô? Quem antes era um alívio ao sofrimento agora representa uma ameaça a Martin, filho do casal.

AI- Inteligência Artificial  é comovente. Como não se emocionar com a luta de David em ser aceito, em parecer normal tanto quanto seu “irmão” de carne e osso?

Em uma das cenas mais representativas do filme, a família  Swinton está jantando quando David tentando parecer humano e competindo pelo amor dos “pais” tenta comer comida de verdade e claro, não consegue. 

Ao ser abandonado na floresta, sozinho, com medo, David é o retrato de uma sociedade que descarta coisas,animais e pessoas ao julgar que elas não são mais necessárias. O final do filme ( que eu não vou contar em respeito a quem ainda não assistiu) é de chorar, de verdade…

images (2) download (4) download (5) download (6) images (1)

 

 

 

Haley Joel Osment – Aniversariante do dia

 

Haley Joel Osment é o aniversariante do dia. O ator sopra 26 velinhas cinematográficas. O melhor presente seria com certeza voltar a fazer filmes de sucesso e quem sabe faturar um Oscar.

Haley surgiu como uma das grandes promessas do cinema no final da década de 90 ao protagonizar filmes de sucesso, sobretudo O Sexto Sentido ao lado de Bruce Willis. O diálogo entre os dois é famoso e virou até meme na internet.

* Eu vejo pessoas mortas.

* Com que frequência?

* O tempo todo

O talento de Haley criança é inegável e devo admitir que as vezes sinto medo das caras que ele faz. De cara de cachorrinho caído da mudança em A  Corrente do Bem até a pavorosa e inesquecível risada  de AI – Inteligência Artificial.

Parabéns Haley e que em breve possamos ver você novamente em ótimos filmes!

download (3)

 

 

 

Especialmente para os Jornalistas

 

Dia 07  foi o dia do Jornalista. Para ser sincera eu nem sabia. Só me dei conta na hora em que vi postagens no Facebook dando os parabéns!  Fico aqui me perguntando se existe muito para comemorar principalmente para aqueles que apesar do talento ainda não conseguiram o tão sonhado lugar no mercado da  Comunicação. E são muitos na estrada, muitos que abandonaram o barco e acabaram seguindo outras carreiras e enterrando de vez o sonho de ser Jornalista.

Eu sinceramente tenho uma dificuldade tamanha em me acostumar com empregos engessados, daqueles em que a gente faz a mesmíssima coisa todos os dias e ainda carrego no coração a idealização de um emprego em que eu faça o que gosto e ao mesmo tempo ganhe dinheiro. Seria um sonho, uma utopia?

Ontem fui a entrevista de emprego ( não, não era na área de jornalismo) e pediram para eu definir trabalho em uma única palavra. Não pensei duas vezes e respondi: PRAZER!

O que eu desejo a você caro Jornalista é que sua vida profissional seja feita de muito prazer porque não há nada pior nesta vida do que fazer aquilo que a gente não gosta. Claro que temos que pagar as contas e muitas vezes não tem jeito mesmo e acabamos aceitando trabalhar em outra área por uns trocados no final do mês. E não há nada de errado nisto. Mas mesmo assim se esta for a sua realidade, não perca o sonho, não perca a utopia, aquela sensação de não pertencer a este mundo, de ser um ser de outro planeta, de sonhar acordado e de achar que você é legal demais para viver eternamente em um emprego careta. Eu me sinto assim todos os dias. Não tem um dia em que eu não me pergunte: ” Meu Deus, porque eu não fiz outra coisa”? Mas ai quando eu começo a escrever, eu me sinto tão livre, tão feliz, tão abençoada por ter este dom que tantos querem ou fingem ter, mas não possuem.

Porque escrever meus caros, é um dom, uma dádiva. E mesmo que ninguem nunca me reconheça, eu sigo firme tendo a certeza de que este planeta quadradinho ( apesar ter forma redonda), caretinha, metódico nunca vai me entender mesmo. O mundo é pequeno demais para nós jornalistas, somos pessoas iluminadas.

Jornalista

Thelma e Louise

A campanha ” Eu não Mereço ser Estuprada”  virou sucesso nas redes sociais com  a participação inclusive de famosas e semi celebridades brasileiras. Tudo começou com uma pesquisa que mostra que grande parte dos brasileiros acredita que vítimas de estupro são culpadas ao usarem roupas insinuantes.

Pegando a deixa deste assunto hoje o filme em questão é o clássico Thelma e Louise, dirigido por Ridley Scott  em 1991. O que desencadeia a história é justamente um estupro, ou melhor, a tentativa de um estupro. Thelma, interpretada por Gina Davis é uma pacata e submissa dona de casa, que cansada do marido chato resolve aceitar o convite da amiga garçonete Louise ( Susan Sarandon) para uma viagem de “férias”. O problema é que no meio do caminho, a inocente Thelma resolve flertar com um carinha em um bar, contrariando os avisos da amiga.

Após muita dança e algumas biritas, Thelma acaba passando mal e vai parar no estacionamento com o homem que tenta estuprá-la ( e olha que ela não estava de roupa curta).  Nesta momento chega a salvadora Louise que socorre a amiga e dá um tiro no cara após ele ser um tanto indelicado ao dizer a frase: ” Chupa meu…”  E Louise que até então era uma garçonete mal humorada faz a linha ” matei o cara e fui viajar com minha amiga.

A partir deste momento começa a aventura das duas amigas fugindo da polícia, assaltando lojas de conveniência, explodindo caminhões até o final trágico no Grand Canyon.

 

O filme é bom, tem cenas interessantes, muitas delas carregadas de humor, mas em muitos momentos ele fica cansativo e até mesmo apelativo. O que me chama atenção é a burrice de Thelma, que sempre acaba deixando a dupla de amigas em apuros e por outro lado, Louise é sempre tão compreensiva com ela  que chega a dar raiva. Em certos momentos, as amigas parecem profissionais, ao explodirem um caminhão e em outros totalmente amadoras, principalmente Thelma, que cai novamente na lábia de um conquistador barato ( Brad Pitty) que rouba todo o dinheiro das duas.

No geral, Thelma e Louise é bom, mas me atrevo a dizer que Ridley Scott deixou muitas falhas no roteiro, colocou cenas encheção de linguiça e isto faz com que este filme não esteja na lista dos meus preferidos, mas também não está na lista dos odiados. Fique tranquilo Ridley. E não posso deixar de fazer menção ao ” Selfie” feito pelas amigas em tempos em que o criador do Facebook ainda brincava de  carrinho.

Splash, uma Sereia em Minha Vida completa trinta anos.

 

Outro dia escrevi um post sobre a volta dos bons tempos da Sessão da Tarde. Bom, a coisa melhorou de fato, mas a Globo andou escorregando na casca de banana uns dias e voltou a passar uns filmes bem ruins. Mas ontem a esperança novamente me sorriu com Splash, uma Sereia em Minha Vida, clássico absoluto do trash cult. Quantas vezes você assistiu este filme comendo um pão com manteiga, heim? Agradeço ao meu marido que ciente do valor sentimental do filme para mim , tão gentilmente me envia uma mensagem no celular com os seguintes dizeres: ” Splash, uma Sereia em Minha Vida na Sessão da Tarde”. Fui correndo ligar a TV e conferir, claro!

O filme foi lançado há trinta anos, sim, virou balzaquiano, talvez seja por isso que tenha recebido esta homenagem tão singela da nossa querida Vênus Platinada. O  então jovenzinho Tom Hanks ( será que ele tem vergonha do papel heim?) e a linda sereia Daryl Hannah ( o tempo passou pra ela também) deram vida ao improvável amor entre um homem e um peixe.

Splash já havia passado inúmeras  vezes na Sessão da Tarde e ontem ao assisti-lo mais uma vez comprovei que assim como acontece com outros filmes queridos da minha infância e adolescência já não tem mais a mesma graça de outrora, mas continua valendo exatamente pelo fato de ser tão ruim que acaba ficando bom e ter esse gosto de época da escola em que sua única preocupação era tirar um 6 na prova de matemática. E o curioso é que o filme foi produzido pela Disney para  a TV, mas acabou conquistando grande sucesso e é venerado até hoje pela geração Sessão da Tarde.

A sereia carismática Madson e o atrapalhado e tímido Allan  rendem boas risadas, além é claro da impagável secretária de Tom Hanks que entre outras coisas usa um sutiã em cima da blusa. E não podemos esquecer do caçador de sereias vivido por Eugene Levy.

No final das contas fica a lição de que no amor, assim como na vida, tudo pode ser adaptado, até mesmo ter que viver no fundo do mar eternamente para ficar ao lado do seu amor, ainda que ele tenha cheiro de peixe.

download (1) download images (1) images (2) images (3)

%d blogueiros gostam disto: