Arquivo mensal: julho 2013

Romeu e Julieta. Lindos de Viver!

Em 1996, Leo  DiCaprio e Claire Danes estrelaram uma refilmagem  do clássico de shakespeare, Romeu e Julieta com direção de Baz Luhrmann. Alguns anos depois, o diretor iria dirigir outro casal igualmente apaixonante, Nicole Kidman e Ewan Macgregor, em Moulan Rouge. A ideia de dar um toque pra lá de Pop em filmes histórias clássicas deu super certo em ambos os filmes. E as trilhas sonoras então? Tão legais quanto os filmes!

Falando mais específico de Romeu e Julieta, Baz Luhrmann  não poderia ter escolhido  um casal de protagonistas melhor para seu filme. Leonardo DiCaprio, era o galã adolescente da vez. Aparecia em tudo quanto é revistinha de adolescente. Mal sabia ele que um ano depois entraria definitivamente para o rol da fama ao dar vida ao Jack de Titanic. E o que dizer de Claire Danes, com seu rostinho de anjo? Com suas asas de anjo?  Os dois formavam o ideal de beleza e pureza adolescente. Como não se encantar por este filme? Quem (assim como eu) era adolescente na época ficava parado, olhando as cenas e se imaginando vivendo uma história de amor assim.

Daqui a 3 anos, o filme de Baz Luhrmann completa 20 anos! E eu espero estar aqui para comentar, dar os parabéns e continuar dizendo que é lindo, lindo de viver! images imagesffff imagesggg imagesgggg imageshghh imageshhh imageshhhh imageshhhhhh imageshhhhhhhhh imageshhhhhhhhhh imageshhjhhh imagesjjjjjjjjlInd

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Aos 30, a brincadeira só começou, Sandy!

Meses atrás assistindo ao Fantástico ( sim, eu assisto) foi dada uma notícia em tom espetacular; ”  Sandy completa trinta anos”. Assim, com ares de tragédia ou fenômeno da natureza como se outras mulheres nunca tivessem feito trinta anos antes. Engraçado como as pessoas encanaram com esse negócio de fazer 30, a crise dos trinta, cunhando a expressão balzaquiar, em referência ao livro A Mulher de Trinta Anos, de Honoré de Balzac  ( daí o termo balzaquiana).

Ano passado, no dia 09 de janeiro, eu completei minha terceira década.  Não senti crise, cheguei aos 3.0 namorando, formada, até que não estou tão mal assim, pensei. Mas hoje percebo que parece que tudo que a sociedade quer de uma mulher de trinta é que ela esteja casada, com filhos, formada, trabalhando, bem financeiramente, com tudo em cima e nenhuma ruga na cara, seja de preocupação, seja de idade mesmo. E a gente sabe que não é bem assim.  Hoje vejo como a sociedade é cruel ao dizer para uma pessoa que viveu tão pouco ainda, que ela é já  é velha!

E voltando a Sandy, ela gravou recentemente uma música bem bobinha, que diz assim:

” Hoje já é quinta-feira
E eu já tenho quase 30
Acabou a brincadeira
E aumentou em mim a pressa
De ser tudo o que eu queria
E ter mais tempo pra me exercer”.

Porque acabou a brincadeira Sandy? A brincadeira não precisa acabar, ela só está começando.  Você pode brincar enquanto você respirar menina! Não entendi o que você quis dizer com tempo para se  exercer. Mas não tenha tanta pressa assim. Você ainda tem muito tempo pela frente para ser tudo aquilo que você queria ser. Afinal, quem ainda  tem discos de 87 é porque viveu na melhor época de todas!

E para nos inspirar mulheres de quase 30 , e as de  30 ou mais, uma listinha de atrizes que balzaquiaram recentemente com muita beleza e charme!

Clique e confira:

A arte do desapego

Que me desculpem os publicitários, mas vocês são responsáveis por muitas mazelas em nossa sociedade. Pessoas loucas, frustradas, deprimidas devem a vocês muitas idas ao psicólogo e noites mal dormidas. Tudo porque vocês colocam em nossas cabeças que devemos comprar, comprar e comprar, mesmo quando não estamos precisando de nada. Aliás, vocês fazem a gente acreditar que sempre precisa de alguma coisa e que se não tiver aquele produto, é a pessoa mais miserável do planeta!

Após este desabafo um tanto quanto inflamado, quero convidar vocês, meus caros ( com perdão do trocadilho) leitores deste blog a praticarem o desapego. Isso mesmo! Vou mostrar cinematograficamente que dá para ser feliz  sem ser escravo do consumismo. Confiram na nossa galeria! É só clicar  nas imagens!

 

Para matar a saudade!

Toda idade tem a sua beleza, suas frustrações, sonhos, desafios. Ás vezes eu penso como o tempo passou rápido e eu nem vi. Mas ainda consigo lembrar de fatos que aconteceram na minha infância e que hoje parecem tão distantes…  Comer todos os dias no café da manhã aquele pão lambuzado de manteiga esquentado na panela. Afinal a gente não tinha grana para comprar sanduicheira, então era  na panela mesmo. E não é que ficava bem mais gostoso? E nada de pensar em gordura, colesterol, quilos a mais, nada disso importava. Outra iguaria da minha infância eram os pães doces com aquela meleca amarela em cima. Meleca essa que inclusive já matou gente de intoxicação alimentar. Que medo!

E claro, não poderia faltar a nave  da Xuxa descendo e eu cantando todas as músicas: ” Bom dia amiguinhos já estou aqui, tenho tantas coisas pra nos divertir…” . Podem falar o que quiserem os cultos, os defensores de uma TV educativa, os pedagogos de plantão, mas aquilo era bom viu. Nossa!

E o que dizer da Sessão da Tarde nas décadas de 80 e 90? Aquilo sim é que era diversão e não esse bando de filminho que passa hoje. Por isso selecionei alguns para você matar a saudade comigo. Nostalgia é bom, alimenta nossa alma. Clique na imagem e leia sinopse do filme.

Edward Mãos de Tesoura

Imagine alguém que fosse muito, muito diferente dos outros? Alguém que tivesse nascido ou melhor, tivesse sido criado com mãos de tesoura? Isso mesmo, tesouras no lugar das mãos. Assustador não é?

Pois esta é a história de Edward Mãos de Tesoura ( Tim Burton, 1990). Edward foi criado por um inventor talentoso, mas que não teve tempo de terminar sua obra e colocar as mãos, pois morre antes disto. Desta forma, sua criatura de mãos de tesoura acaba ficando sozinho em uma mansão velha e abandonada. O papel do “pai” de Edward foi feito pelo ator Vincent Price, um dos mais expressivos rostos dos filmes de terror, sobretudos  naqueles baseados na obra de Edgar Allan Poe. Este foi o último papel do ator no cinema.

Lembro de morrer de medo do Johnny Depp . Quando assistia o filme, ia dormir olhando embaixo da cama para ver se não tinha nada lá. Mas hoje percebo a complexidade que está por trás desta estranha criatura. Edward sofre por ser diferente, por não se enquadrar nos padrões da sociedade. Sofre mais ainda por não poder ter sua amada ao seu lado.  Ele se apaixona por Kim, uma patricinha popular interpretada por Winona Ryder, com apenas 19 anos na época.

Burton  ironiza uma uma sociedade careta, que dá muito mais valor a aparência do que ao caráter. Dianne Wiest interpreta uma vendedora da Avon, que na expectativa de vender produtos na mansão acaba encontrando Edward morando sozinho e leva-o para sua casa. O que pode representar mais o ideal de mulher eternamente jovem e bela do que a Avon, um dos ícones da sociedade de consumo americana? Vemos neste filme, uma vendedora tentando disfarçar as cicatrizes de Depp com os “maravilhosos” produtos da Avon. Ironia pura de Burton.

Este filme porém nos ajuda a aprender a aceitar quem é diferente, a desconstruir padrões de beleza. Afinal, o que é belo? Feio é o rosto de Edward e belas são as atitudes preconceituosas das pessoas ao redor dele? Penso que é o contrário.

Edward Mãos de Tesoura, um filme sensível, tocante e que está entre os 1001 Filmes para ver Antes de Morrer ( página 791).

 

” É  Depp quem mais impressiona, criando um personagem preso em seu corpo incompleto e transmitindo, em poucas palavras, a frustração de Edward- seu rosto pálido e marcado por cicatrizes demonstra o sofrimento de descobrir que até o toque mais suave de suas mãos de tesoura pode causar dor. Um conto de fadas moderno, ambicioso e belamente concebido.” ( 1001 filmes, página 791)

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Mostra Hitchcock é o cinema

Um ótima dica para quem gosta de cinema é assistir a mostra Hitchcock é o cinema que está em cartaz no Cine Humberto Mauro, em Belo Horizonte, entre os dias 31 de julho e 5 de setembro.  Uma oportunidade de conferir os clássicos do mestre do suspense, desde os mais conhecidos como Psicose e os Pássaros, até os menos famosos, como O Jardim dos Prazeres e Assassinato.   Além dos filmes, a mostra conta com produções para a TV além de sessões comentadas por especialistas em cinema. Eu sou suspeita para falar dos filmes de Hitchcock, já que minha monografia foi sobre ele. Aliás, se você quiser conferir, ela está disponível no blog na sessão feito por mim/ meus textos.

Tem filme de segunda a domingo e o que é melhor, é de graça! Isso mesmo, você não vai precisar pagar nada! Já pensou ver um ótimo filme e ainda 0800? Maravilha né? Então não perca esta oportunidade!

Confira no arquivo a programação completa. Outras informações no site da Fundação Clóvis Salgado-

http://fcs.mg.gov.br/

Confira a programação completa acessando o link: http://fcs.mg.gov.br/wp-content/uploads/2013/07/Programa%C3%A7%C3%A3o-Hitchcock-%C3%A9-o-cinema1.pdf

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Peixe e pássaro

Olá pessoas lindas! Tudo bem com vocês? Comemorando muito a vitória do galo na Libertadores? Espero que não.

Sabe quando uma frase dita em um filme fica no seu subconsciente  e volta e meia você lembra dela? Pois bem, minha frase do dia é do filme Corina, uma Babá perfeita (1994). Amo esse filme por sinal.  Tina Majorino era uma fofa e na ocasião estava com 9 anos de idade, hoje ela tem 28 e não é mais tão fofa assim. Mas vamos voltar a frase dita pela mãe do personagem de Ray Liotta, preocupada com um possível romance entre seu filho e a babá, interpretada por Whoopi Goldberg. Ela disse assim: Um peixe e um pássaro podem até se apaixonar, mas onde construirão seu ninho?

E esta é a mais pura verdade meus queridos. Aquela velha máxima de que os opostos se atraem pode até ser verdadeira, mas que eles passarão por muitas lutas, isto também é verdade. Vivemos em uma sociedade que quer padronizar tudo, que fica com um discurso de igualdade, mas que não aceita o que é diferente, o que foge do padrão. No caso do filme que eu citei, Whoopi Goldberg era uma babá negra que sonha em ser escritora e Ray Liotta é o patrão amargurado pela perda da esposa e a difícil relação com a filha interpretada por Tina Majorino.  Com certeza se os dois ficassem juntos iam ter que enfrentar uma sociedade preconceituosa e hipócrita, ainda mais na época em que passa o filme, final da década de 50.

Mas ainda hoje muitas pessoas olham torto para casais digamos assim fora do que muitos consideram padrão: negro com branco, evangélico com católico, rico com pobre, pessoas com idades muito diferentes, enfim.  Uma pessoa de menor poder aquisitivo namorando um rico já é golpe do baú. Muitos casais sucumbem a pressão da sociedade e acabam se separando.

Digo que é uma pena. Eu sempre vou afirmar que não importa o que os outros falem do seu amor, viva-o intensamente! No final, é só isto que vai importar. O resto você deleta! Índice h imagesfff imagesgggg imageshhhhh

Quero se jornalista!

Criei uma página no Facebook para divulgação de estágios e algumas outras dicas para estudantes de jornalismo e profissionais da área. Por enquanto tem mais vagas para Belo Horizonte região, mas eu vou tentar conseguir outras vagas em outras localidades. 373037_186692981489097_2011621456_n

O endereço é: http://www.facebook.com/QueroSerJornalista

 

Que tal dar uma curtida lá?

 

As Patricinhas de Beverly Hills 18 anos depois…

Olá pessoas lindas! Tudo bem com vocês?

Sabe quando um dos seus filmes favoritos da adolescência chega a maioridade? Pois bem, aí você  também chega a fatídica conclusão de que está ficando velho e numa velocidade assustadora.  Este ano, aconteceu isto comigo, com As Patricinhas de Beverly Hills completando 18 anos. Lembro de ter ido inúmeras vezes a locadora buscar a fita ( sim, fita de vídeo) e também de assistir um milhão de vezes na sessão da tarde. Este filme está entre os que eu decorei até as falas dos atores. E claro, era apaixonada pelo Paul Rudd. Aliás, ao vê-lo outro dia no filme Ligeiramente Grávidos, de 2007, percebi que ele continuava com  a mesma cara, ou seja lindo.

As Patricinhas de Beverly Hills está entre os 1001 Filmes para ver antes  Morrer, lá na página 847. Segundo o livro, 0 filme é uma ” divertida sátira mordaz sobre as  adolescentes do século XX”. Claro que quando eu era adolescente, não achava nada disso, para mim o filme era o maior barato mesmo.

Alicia  Silverstone, a Cher tinha 19 anos na época em que protagonizou o filme. Aliás, uma característica comum dos filmes para adolescentes é que os atores quase nunca são adolescentes. Stace Dash que fazia o papel de Dionne, melhor amiga de Cher tinha 28 anos na época. Ou seja, eu também poderia fazer papel de adolescente,rs. Elisa Donovan, a Amber, que era uma espécie de antagonista tinha 24 anos e Paul Rudd, estava com 26 anos.

O lado triste fica por conta da morta prematura da atriz Britanny Murph, que na época era a mais novinha da turma, com 18 anos. Britanny foi encontrada morta em sua casa ,  em 2009, com apenas 32 anos em decorrência de pneumonia e anemia profunda. Seu marido,  Simon Monjack também foi encontrado morto meses depois com o mesmo diagnóstico. Na verdade as circunstâncias da morte de ambos  nunca foram muito bem esclarecidas.

Confiram então na galeria algumas fotos do elenco anos depois e fotos do filme.

Um reality show para os profissionais da comunicação

 

Fico pensando em quanta injustiça existe neste mundo. São tantos reality shows distribuindo milhões para pessoas idiotas que ficam o dia inteiro falando bobagens. Então porque não fazem um reality só com profissionais da comunicação em que o prêmio é um emprego fixo em alguma empresa  digna   com estabilidade eterna e um salário que dá para   suprir as necessidades básicas e também  adquirir pequenos luxos do dia a dia?

Porque desperdiçar milhões com pessoas vazias e sem nada  a oferecer a sociedade? Em vez disso poderiam fazer um jornalista, publicitário ou RP feliz! Vejo tantas pessoas formadas em comunicação sem emprego ou mesmo trabalhando em áreas que não tem nada a ver com a sua formação. Fico sobretudo chateada porque eu sei que tem muita gente boa parada ou deixada para escanteio sem a chance de mostrar seu talento. Enquanto isso, proliferam os reality shows que oferecem de tudo um pouco: dinheiro, fama, gravação de CD, transformação no visual. Tem até um que ofereceu emprego com o topetudo Roberto Justus em que cada sala de reunião era uma humilhação sem limites.

Mas quero convocar as emissoras a realizarem um reality só com jornalistas, publicitários e Relações Públicas desempregados e desesperados. O prêmio claro, seria o tal sonhado lugar ao sol no mercado de trabalho. A julgar pela falta de oportunidades para profissionais formados nestas áreas, creio que seria difícil sair alguém vivo, pois ficaria um tentando matar o outro. Mas até que seria bem divertido. Fica a dica Globo.

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