Django Livre. Do sempre ótimo Tarantino!

Ontem fui ao cinema na companhia do meu Edgar. Fomos assistir Django Livre.  A fila para assistir a comédia nacional De Pernas Pro Ar 2 estava quilométrica, bem maior do que a fila para ver Django. Não entendo alguém preferir assistir uma comédia nacional em vez de um filme do Tarantino. Mas tudo bem, gosto é gosto.   Mas vamos ao que interessa. O que eu achei do filme? Ótimo! Como tudo que o Tarantino faz.  Roteiro, atores, músicas, tudo!

Django ( Jamie Fox) , um escravo negro acaba se tornando caçador de recompensas, ou seja, o cara ganha dinheiro matando pessoas, influenciado pelo Dr. King Schultz (Christoph Waltz). Mas o que ele quer mesmo é libertar sua amada  Broomhilde (Kerry Washington) das mãos de um inescrupuloso senhor de escravos  interpretado por Leonardo diCaprio.

O filme  em muitas coisas me lembra  seu antecessor, Bastardos Inglórios: Django e Dr. Schultz livram a humanidade da escória, assim como os mercenários liderados por Brad Pitt. Além disso, os dois precisam entrar no terreno do inimigo exatamente da mesma forma que Tarantino fez no filme anterior. Outra coisa que me fez lembrar Bastardos foi a cena em que Django arma uma emboscada dentro da ” Casa Grande” para seus inimigos. Bem parecida com a ideia  do cinema explodindo em Bastardos Inglórios.

Outro ponto de destaque é a trilha sonora, muito empolgante. Existe uma teoria que diz que quando você assiste um filme, em determinados momentos pensa que é verdade, que aquilo está acontecendo mesmo, acho que o nome é ” sonhar acordado”. Pois é, com uma trilha sonora tal marcante, fiquei várias vezes sonhando acordada no cinema.

“Na trilha de Django Livre há músicas emblemáticas de faroestes italianos, americanos, além de algumas ousadias como James Brown, 2Pac, John Legend e até mesmo o rapper Rick Ross. Nada, no entanto, que descaracterize o gênero. Tudo aplicado ao filme com muita propriedade por Tarantino” ( http://www.cineclick.com.br).

Tarantino também dá uma de Hithchock fazendo uma participação especial no filme.  Achei muito legal!

Destaque também para as atuações, claro. Leonardo DiCaprio que dá conta do recado interpretando um vilão. Samuel L. Jackson maravilhoso no papel do abusado e ao mesmo tempo servil escravo de  DiCaprio. Jamie Fox convence no papel de Django e claro, Christoph Waltz rouba a cena mais uma vez. Difícil mesmo é acreditar que ele não é o vilão, depois de sua interpretação inesquecível em Bastardos Inglórios.

Django livre é isso, uma mistura de drama, ação, comédia, tudo misturado do jeito que Tarantino faz tão bem.  Aliás, não poderia deixar de falar da cena hilária em que o diretor zoa com a klux ku klan. Impagável!

Não vou cair na tentação de contar ofilme todo e o final. Sendo assim, eu volto daqui a um tempo com um novo post.

E quem não viu Django Livre ainda, vai correndo! Vale muito a pena!

 

 

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Sobre Uma Jornalista

Formada em Jornalismo pela PUC Minas em 2011.

Publicado em janeiro 20, 2013, em Uncategorized e marcado como , , . Adicione o link aos favoritos. 2 Comentários.

  1. De fato é incompreensível o público brasileiro preferir assistir a De Pernas Pro Ar ao invés de Django!
    Gostei bastante do filme e também notei certas semelhanças com Bastardos, apesar da temática ser completamente diferente.
    Essa cena com a KKK é provavelmente algo que só o Tarantino é capaz de fazer.

  2. Oi Bruno, obrigada por visitar meu blog e comentar. Bjos

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