O Bebê de Rosemary – Parte I

Olá pessoas lindas! Tudo bem com vocês? Espero que sim!

Para variar, muito cansada, mas não a ponto de deixar de escrever neste espaço que eu gosto tanto. E hoje quero falar ( mais uma vez) do filme O bebê de Rosamary. Engraçado que este foi o primeiro filme que eu comentei aqui, na época em que este blog era para ser apenas um trabalho  de faculdade para a matéria de produção de sites da professora Carmem Borges ( a tia Carmem). Mas ai depois tomei gosto pela coisa e resolvi continuar escrevendo. Mas vamos ao filme:

O Bebê de Rosemary estreou em 1968, dirigido por Roman Polansky e protagonizado por Mia Farrow e John Cassavetes. O roteiro, baseado em um livro de Ira Levin narra a história de um jovem casal, Rosemary e Guy que vão morar em seu novo apartamento.Eles conhecem e logo se tornam amigos do estranho casal de velhotes, cuja mulher é uma bisbilhoteira de plantão, muito parecida com minha vizinha,  interpretada por Ruth Gordon ( que faturou Oscar de atriz coadjuvante pelo papel).

Rosemary logo engravida e a partir daí as coisas começam a tomar um rumo obscuro, cheio de acontecimentos estranhos.Rosemary fala várias vezes a data de nascimento do filho: 26/06/1966. Ou seja, 666, o número da besta.O calendário é mostrado várias vezes também e ela escreve a palavra sangue em certo momento para lembrar de um exame que terá de fa.  O que está por vir é um filme de terror, o melhor que já vi, mas sem sustos gratuitos, monstros feiosos ou derramamento de sangue. Nada disso. O polêmico diretor Polanski consegue assustar sem precisar recorrer a velhas fórmulas batidas do cinema de horror.  Reparem na doce musiquinha cantada no início do filme, ela irá aparecer também no final, fechando com chave de ouro este filme, que como não poderia deixar de ser, está entre os 1001 Filmes Para ver antes de Morrer.

” Dona de um rosto anguloso e de olhos fundos, Rosemary Woodhouse ( Mia Farrow) exclama com alívio ” está vivo”, mais ou menos no primeiro terço da fita, ao sentir o bebê que cresce em seu ventre finalmente chutar, coisa que estranhamente não havia acontecido. Nesse momento, seu marido Guy ( John Cassavetes), recua com medo de tocar sua barriga. Em sua animação, Rosemary não percebe a reação.” ( página 486)

“Rosemary se recusa a seguir seus melhores instintos e a suspeita crescente de que o marido, o novo apartamento, os vizinhos e até mesmo a gravidez estão misteriosamente ligados de uma forma obscura. Ao fazê-lo ela segue em frente na trama que é, indiscutivelmente, um dos melhores filmes de horror já feitos” . ( página 486)

” Cenas e personagens de O Bebê de Rosemary estão marcados na memória. Farrow curvada sobre a pia da cozinha com a boca ensanguentada, a mascar carne de animal, e seu choque ao perceber o que estava fazendo. A atmosfera de sonho que cerca o estupro/ consumação de Rosemary, muito mais perturbadora pelo que é sugerido do que pelo que é realmente mostrado”. ( página 486)

Confiram o trailer do filme:

Então é isso. Amanhã eu volto com as terríveis e trágicas coincidências que marcam este filme. Até lá!

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Sobre Uma Jornalista

Formada em Jornalismo pela PUC Minas em 2011.

Publicado em janeiro 2, 2013, em Uncategorized e marcado como . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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